Com a abertura do mercado e o fim do tabelamento de preços dos combustíveis, a atividade de distribuição de combustíveis no Brasil começou a viver momentos de intensa concorrência. A guerra de preços levou alguns revendedores a comprarem, de forma consciente, combustíveis adulterados que passaram a ser vendidos, ao consumidor final por preços abaixo do custo.
Os revendedores fiéis às suas distribuidoras começaram a perder competitividade e, conseqüentemente, vendas. Os consumidores passaram a temer prejuízos decorrentes de combustível adulterado, sem distinção de bandeira.

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Apesar do problema afetar todas as distribuidoras tradicionais do mercado, a BR foi a primeira a agir diante desta situação lançando, em 1996, o seu programa de controle de qualidade: o De Olho no Combustível. Comprovando a qualidade do combustível Petrobras, a BR sensibilizaria tanto o consumidor final, mostrando o problema da adulteração e seus prejuízos, como o revendedor, estimulando os parceiros fiéis e promovendo novas adesões.

